terça-feira, 29 de julho de 2014
sexta-feira, 18 de julho de 2014
sábado, 28 de junho de 2014
quinta-feira, 19 de junho de 2014
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Não há ninguém que faça o bem, nem um sequer. (Romanos 3:12)
Você não pode escapar!!!
Totalmente depravado! Estas são palavras terríveis para o homem ouvir. Não quer dizer que o homem é tão mau quando podia ser, mas que todas as suas faculdades foram mortalmente atingidas pela queda. Nada ficou intocado!
Você pode nunca ter pensado nisso dessa maneira, mas nada que você faz, quando você faz seu melhor, é bom aos olhos de Deus e merece condenação.
Isso é verdade porque todas as ações do homem natural estão de alguma forma voltadas para si mesmo. As motivações são o ego. Quando faço o “melhor”, esse melhor não visa tão somente a glória de Deus.
Dizer que uma pessoa é moralmente falida é dizer que a pessoa é completamente desprovida de quaisquer qualidades morais dignas de aprovação de Deus; e todos nós nascemos assim. Tirando Cristo, todos os homens que nasceram neste mundo, nasceram nessa condição.
A reação natural a essas afirmação é negativa e o homem nunca por si mesmo terá outra reação a uma Verdade tão humilhante. Isso é assim porque no centro dessa falência moral, dessa morte espiritual, no coração irregenerado reina um inimigo invencível do ponto de vista humano. O pecado que é uma espécie de pai de todos os outros, que faz nós vivermos para nós mesmos como se fôssemos deus de nós mesmos, e que por poluir a fonte da vida, polui todos os atos, fazendo que a melhor obra não passe, segundo a Bíblia, de “obras mortas”.
O Orgulho é um inimigo sutil. Homo incurvatus in si – o homem curvado para si mesmo, assim foi acertadamente definido o problema de todo homem. Deus diz: “Eu odeio o orgulho e a arrogância” ( Pv 8.13). O orgulho é uma característica inata de todo homem depois da queda. E para aceitarmos essa afirmação bíblica tínhamos que ser humildes, mas o orgulho humano faz com que o homem não aceite e veja as profundezas de seu orgulho.
O orgulho estraga TUDO que pensamos, falamos, fazemos:“Ninguém faz o bem, nem um sequer”. (Romanos 3:12). A única saída é clamarmos por uma vida que não podemos merecer, depender da misericórdia, concordando que merecíamos o inferno e que isso seria nada mais que fazer justiça.
Precisamos desesperadamente de um novo coração. Precisamos ser criados de novo... mas para vermos nossa desesperada necessidade já teremos que ter recebido essa benção de Deus chamada REGENERAÇÃO. Ver nossa própria miséria ao ouvir o evangelho, sentir que só por graça Deus pode se voltar para um ser que merece condenação; arrependimento verdadeiro que flui da visão de que precisamos da justiça que vem de outro (Cristo) e não de nós mesmos e clamor humilhado por uma vida nova, é a única evidência que nova vida foi criada soberanamente em nós.
Só com essa vida de Deus derramada em nós que não pode morrer, livres da escravidão do pecado, podemos lutar pela operação contínua do Espírito contra esses inimigos formidáveis.
Ainda assim, através de toda a sua peregrinação os filhos de Deus terão que lutar contra o orgulho espiritual, e se Deus não continuasse a operar neles todo o tempo, se não fosse pela vida de Deus imortal criada neles, seriam derrotados. Do início ao fim essa será uma obra de Deus e Ele operará em nós o “querer e o efetuar” (Fil 2.13).
Esse será o bom combate da Fé!
Amor próprio,
Busca voltada para si,
Vontade própria,
Auto-confiança,
Justiça própria,
Todos soldados do orgulho que terão que ser constantemente vencidos no poder daquele que nos regenerou.
O orgulho é a raiz da qual todos os inimigos existem, vivem e se alimentam: vanglória, amor ao aplauso humano, busca de honra, independência, rebelião, vingança, raiva, desprezo aos outros, ressentimento, ambição, presunção...
Uma grande fila de soldados inimigos seguem junto com esses. Todos os que foram regenerados estão no campo de batalha contra eles. A vitória só está assegurada pela justiça e princípio de vida que veio de outro (Cristo) por graça. Essa vida faz com que os soldados chamados para o bom combate jamais morram em combate, mas cheguem ao fim vitoriosos no poder daquele que tudo opera para sua glória!
Sem esta vida dada soberanamente por Deus na regeneração, o homem natural entregue a si mesmo, descobrirá que não há fim para este extenso mal que infecta os corações dos homens, e enche a terra de miséria e sangue. E ele é um inimigo tão invencível para o homem natural, que depois que esta vida cessar, ele permanecerá reinando em seu atormentado coração.
Em Adão abandonamos Deus, e depois com alegria confirmamos com nossas vidas esse abandono. Jeremias diz: “Você não trouxe sobre si mesmo tudo isso abandonando o Senhor teu Deus?” (Jer 2.17).
Quem ousa dizer a Ele que não? Os pecados são testemunhas diárias contra todo homem – sua carnalidade, avareza, mentalidade mundana, incredulidade, insensatez, rebeldia... Se de fato não tomamos conhecimento do pecado que habita em nós e que corrompe nossos pensamentos, desejos, palavras e ações. Se não sentimos ser verdade que Paulo diz a mais clara verdade: Ninguém faz o bem, nem um sequer. (Romanos 3:12), e recusamos acreditar que tudo em nós são pecados infames, não a vida em nós.
Mas, se pelo Espírito que nos dá nova vida fomos obrigados a olhar para dentro e dolorosamente sentimos que o pecado é um morador, um inquilino, e que somos compelido pelo orgulho, que uma serpente se infiltrou neste nosso coração desde sempre, um ladrão que mina e rouba, um traidor na cidadela da alma que irá trabalhar pela força ou pela fraude, e contra quemnenhuma resolução nossa tem qualquer proveito, se tal for a nossa experiência interior e convicção, nenhum de nós deixará de confessar: "Culpado, culpado! Imundo, imundo! "
E quando gritamos assim, o poder da nova vida já começou! A armadilha quebrou e Deus soberanamente nos livrou e nos alistou para o bom combate!
A nossa alma escapou, como um pássaro do laço dos passarinheiros; o laço quebrou-se, e nós escapamos. O nosso socorro está no nome do SENHOR, que fez o céu e a terra.
Salmos 124:7-8
Sola Gratia! – Josemar Bessa
terça-feira, 17 de junho de 2014
Se a Graça salva, a Graça preserva
Ao olhar para trás na estrada áspera que percorremos, ao olhar para trás no sangrento campo de batalha em que lutamos, o que vemos? Entregues as nossas capacidades o mais fraco de nossos inimigos nos derrotaria. Não é muito difícil começar na graça e logo nos desviarmos para outro evangelho: “Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho” ( Gálatas 1:6). Muitos estão dispostos a crer que a graça nos salva, mas que não é a graça que nos preserva. Como um homem que conhece seu coração poderia imaginar que ele mesmo poderia perseverar e não a graça operar a perseverança nele? Há um completo desamparo quando somos entregues mesmo as nossas melhores faculdades. Toda esperança só pode estar numa rocha inabalável: “Àquele que é poderoso para impedi-los de cair e para apresentá-los diante da sua glória sem mácula e com grande alegria” (Judas 1:24). O único canto sobre perseverança que a Graça pode inspirar em nossos corações é o do Salmos 124 – “Se não fora o SENHOR, que esteve ao nosso lado, ora diga Israel... (Sl 124:1). É enorme a quantidade de inimigos que um filho de Deus tem neste mundo. Eles são liderados pelo arqui-inimigo de nossas almas, satanás. Se a graça nos salvasse e depois deixasse a perseverança para nós, o fracasso seria certo. Se Deus não mantivesse a fé que Ele pôs em nosso coração, nossa fé fracassaria. Davi vê isso e diz que seus inimigos teriam prevalecido contra ele facilmente se não fosse a poderosa mão de Deus. Então ele registra a bondade de Deus em sustentá-lo: “Com força me impeliste para me fazeres cair, porém o SENHOR me ajudou ( Sl 118:13 ). É a visão de que a Graça nos faz perseverar que inspira os cânticos em nossos corações. Davi atribui TODOS os triunfos a Deus. Não só precisamos de ajuda, mas de uma ajuda que nenhuma criatura poderia nos dar. Nosso inimigo é retratado como um leão em sua força, como uma serpente em sua astúcia e sagacidade, como um dragão em sua ferocidade. Tudo isso cairia sobre nós como as águas de um dilúvio avassalador. Mesmo tendo sido salvos, como iríamos nos manter assim por um dia sequer? Não podíamos nos salvar e não podemos nos manter salvos. A malícia da Serpente sempre teria êxito se alguém infinitamente mais forte não se colocasse entre nós. A quantidade de inimigos é enorme e o conflito diário gigantesco. Sem a graça poderíamos tomar a cruz de cada dia? Nossos corações jamais negariam a si mesmos se estivessem entregues a si próprios. Nossos pais fracassaram no Paraíso, quando não conheciam o pecado, nós venceríamos neste terrível campo de batalha? “Se não fora o Senhor” nós teríamos caído em pecado em cada tentação. “Se não fora o Senhor” nós teríamos desonrado o evangelho nos conflitos externos e nos conflitos internos. “Se não fora o Senhor” nós teríamos sido esmagados por nossos inimigos. “Se não fora o Senhor” nós teríamos desmaiado em nossas aflições. “Se não fora o Senhor” teríamos sido enterrados pelo peso da cruz... Só Deus sabe quão fundo no inferno estaríamos se tivéssemos ficado entregues aos nossos recursos. Só Deus pode nos fazer perseverar por sua Graça. Nós precisamos que Ele nos sustente na infância, precisamos que Ele nos sustente na adolescência, precisamos que Ele nos sustente na juventude, na idade madura, na velhice – Ah! Se não fora o Senhor, ora diga Israel! Nós precisamos que ele nos sustente na adversidade, precisamos que Ele nos sustente na prosperidade... Na nossa força nós só temos fraqueza e na nossa sabedoria loucura! Nós precisamos que Ele nos sustente para que nossos próprios corações não nos enganem. Só a corrupção em nossos próprios corações, sem nenhum dos outros inimigos, nos venceria e destruiria em cem vidas se pudéssemos vivê-las. A esperança da perseverança dos santos nunca esteve neles mesmos, mas na promessa de Deus. No verso 6 do Salmo 124 é dito: “Mas bendito seja o Senhor que não nos deu por presa aos seus dentes” – Nossa alma é colocada aqui como um cordeiro indefesso diante de um animal pronto as nos devorar. Nós precisamos de ajuda agora como precisamos dela ontem. Precisamos dela hoje como precisaremos dela nos amanhãs dos amanhãs... até o segundo final neste mundo. Nossa oração é: Senhor nos ajude ou nossos inimigos irão triunfar sobre nós! Senhor nos ajude ou nossa cruz se mostrará uma prova maior do que podemos suportar! Senhor nos sustente ou no dia da adversidade seremos destruídos. Não confiamos em nós para perseverar, nos agarramos a promessa gloriosa de nosso Deus: “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça” (Is 41:10). Não passamos de bichinhos que poderiam ser esmagados por nossos inimigos. Em que nos refugiamos para perseverar até o fim? Quando vemos que somos fracos, vis, incompetentes e impotentes; Deus se inclina para falar conosco: “Não temas, tu verme de Jacó, povozinho de Israel; eu te ajudo, diz o SENHOR, e o teu redentor é o Santo de Israel” (Is 41.14). Que resistência tem um verme? Na promessa: “Eu te ajudo, diz o SENHOR, e o teu Redentor!” Que loucura depositar a esperança da perseverança em nós mesmos. Como isso poderia acabar a não ser num desastre eterno? Mas sinta e se alegre com o peso da promessa de Deus! A fé que Ele criou, Ele sustenta! “Não tenha medo!” Essa promessa se estende a todos os tempos de nossa vida. Abrange todas as circunstâncias que ainda virão. Essa promessa pertence a todos os que foram regenerados, e ela nos asseguro que vamos triunfar sobre todos os nossos inimigos. Sim, em nossa fraqueza a força de Deus se mostra onipotente como ela sempre foi. Sua graça é suficiente para nós para que TUDO redunde no louvor da sua graça. O Criador no Trono colocou do nosso lado todo poder Onipotente! Esse, e só esse poder é inexpugnável! Vamos adorar como Davi e jamais cair na loucura de achar que nós e não Deus, é “poderoso para impedir-nos de cair e para nos apresentar diante da sua glória sem mácula e com grande alegria” (Judas 1:24). “Bendito seja o SENHOR, que não nos deu por presa aos seus dentes. A nossa alma escapou, como um pássaro do laço dos passarinheiros; o laço quebrou-se, e nós escapamos.O nosso socorro está no nome do SENHOR, que fez o céu e a terra”. Salmos 124:6-8 Na Paz! – Josemar Bessa http://www.josemarbessa.com/2014/06/se-graca-salva-graca-preserva.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+blogspot/CBGG+(JOSEMAR+BESSA)&m=1 |
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