segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Parabens Pastor Manoel

Parabéns Pastor
Hoje, de maneira especial, agradecemos a Deus a vida do nosso Pastor. Agradecemos a bênção de tê-lo como nosso líder espiritual, por sua vida e seu ministério.
Ser pastor é está sempre pronto a nos atender, prontidão é a sua característica em cada situação. O nosso pastor está sempre pronto para agir sem demora. Muito obrigado, pastor pela sua disponibilidade ao REINO DE DEUS.
O servir é outra característica, e o Fruto do Espírito é visível em sua vida. Muito obrigado, JESUS por discípulos assim!
Nós reconhecemos o homem precioso que o senhor é nas mãos de Deus e nesta data tão significativa,com o respeito e a admiração que o senhor sempre mereceu, dedicamos-lhes de todo o coração estas palavras sinceras..
Um feliz aniversário e que as bênçãos continuem a serem derramadas na sua vida! Pastor Manoel de F. Pereira dos Santos

sábado, 22 de fevereiro de 2014

O individualismo e a igreja perfeita!




Muitas pessoas, num mundo que prega abertamente o individualismo, e cada homem como medida do que é bom e correto para si mesmo, tentam encontrar desculpas que racionalizem o problema nascido no Éden, o homem sendo “deus” de si mesmo.


Uma das desculpas é sempre tirar a responsabilidade pessoal pelo meu fracasso e colocá-lo em grupos maiores que não tem uma cara específica. Gostamos e abraçamos como desculpa os pecados institucionais, tão condenados diariamente, e pouco falamos dos pecados pessoais, que em última análise, são o nosso verdadeiro problema.


Muitos falam da imperfeição da igreja apenas como uma desculpa para sua vida vivida em torno de si mesmo.


Por exemplo, a unidade da igreja – A unidade da igreja ( olhe para a igreja local) não significa a ausência de conflitos. Quando Cristo orou pela unidade, ele também orou pela santificação de sua igreja ( João 17.17). A necessidade de santificação pressupõe a presença do pecado, e presença do pecado resulta muitas vezes, como não podia deixar de ser, em desunião.


Cristo sabia disso, ele não ora de forma ingênua, ele orou por igreja verdadeiras num mundo real e caído, orou por igrejas imaturas, por igrejas perseguidas que lutariam com o medo..., igrejas que teriam problema com o orgulho, igrejas com membros pecadores... Ou seja, igrejas como as que o apóstolo Paulo fundou e dirigiu, e Pedro, e João... e tiveram que escrever cartas, admoestar, repreender... Igrejas como as que Jesus repreende através de João em Apocalipse 1-3. Mas a oração de Jesus ainda é que esses pecadores justificados, regenerados... estejam juntos, se mantenham juntos... Por quê? O plano de muitos hoje seria cada um ficar em sua casa até que todos fossem perfeitos para se juntarem. Mas Jesus os quer juntos e ora para que sejam santificados pela Palavra... pecadores que muitas vezes tem conflitos juntos? Por que? Porque Jesus uso os pecados irritantes dos outros para expor nossos próprios pecados, criando oportunidades de tolerar, desenvolver a paciência, orar por transformação, aprender a perdoar... cumprindo assim uma instrução fundamental: “amar uns aos outros” ( Jo 13.34-35). Como Ele nos amou, como Ele amou os discípulos... se havia algo longe de qualquer perfeição era o grupo de discípulos que andou com Jesus naqueles três anos: Pedro, Tiago e João, Tomé... Quanto orgulho e disputa por primeiro lugar houve entre eles, quanto medo, quanta incredulidade... Tudo isso levou a desunião muitas vezes, mas a contenda que naturalmente leva a desunião traz consigo a possibilidade de refinar a igreja quando o pecado é confrontado, confessado... e o evangelho da graça é aplicado (Mt 18.21-35).


O crescimento na unidade da igreja não depende de faixa etária, música... Você cria tribos, “igrejas tribais” – Em torno da juventude, estilos musicais, vestes... Não é Cristo o ponto focal dessa união – ela é humana e carnal. Sempre é a isso que nossas estratégias levam.


A unidade da igreja depende da Palavra de Deus. Logo antes de Cristo orar pela unidade da igreja nos versos 20,21 de João 17, ele ora para que Deus santifique o seu povo. A sua oração deixa claro que a unidade tem uma base, a santificação. E ele afirma que a santificação flui da Verdade: “Santifica-os na verdade, a tua Palavra é a verdade!”


Apenas quando nos humilhamos de fato sob a Palavra, não sobre partes, mas toda a Palavra, toda a Verdade. Quando abandonamos a ideia de determinar o que é relevante ou não nela, o que sempre é forjado na arrogância de um coração que não ama a Verdade, sempre que nos reunimos em torno de sua mensagem integral, mudanças espirituais verdadeira produzem unidade espiritual verdadeira.


Unidade construída em qualquer outra base, quer seja a personalidade do líder, o estilo, o ministério específico que se molda ao gosto natural de um grupo... está destinado ao fracasso aos olhos de Deus. Só quando a Palavra é central, os membros podem de fato ser reconciliados uns com os outros, aprender a perdoar uns aos outros, amar uns aos outros... a unidade da igreja depende de empenho de todos juntos crescerem na prática na compreensão da Palavra de Deus: “Santifica-os na Verdade!”


Muitos esperam o que nunca foi prometido por Cristo. Muitos esperam o que nunca foi experimentado por nenhuma das igrejas fundadas por Paulo, Pedro, João... A unidade da igreja não será plenamente realizada neste mundo. Portanto, muitos usam esse tema, como outros, apenas para disfarçarem sua recusa em viver o evangelho e crescer como povo e rebanho de Deus juntos. O que leva a compromisso, obediência, sujeição... e tantas outras coisas que apesar de ser o claro ensino bíblico, a mente desta geração detesta. Nesta geração um dos deuses  mais cultuados é o individualismo. E muitos usam de várias desculpas para cristianizarem esse deus em suas vidas.


Muitos esperam hoje o que não está prometido até a volta de Cristo, o que o torna a pessoa inútil agora, no único tempo que ela tem neste mundo no trabalho de Deus na edificação da Sua igreja. Como Paulo poderia se manter útil e motivado em escrever cartas para as igrejas locais, pessoalmente lutar pela verdade de Deus nelas, pelo crescimento espiritual das pessoas... se pensasse assim?


A esperança do futuro não pode distorcer a percepção do presente. Todos nós devíamos saber, pelo claro ensino bíblico e pela nossa luta pessoal, que vivemos em um momento em que o Espírito e a carne coexistem numa guerra. Que o mundo é um inimigo poderoso, que Satanás engana e trabalha também em nosso meio. Devemos então, de modo realista, como Jesus, orar pela paz e união da igreja, buscar “se possível estar em paz com todos” – ou seja, no que depender de nós. Sermos filhos de Deus, ou seja, pacificadores no meio da igreja (Mt 5.9)... mas não ficarmos surpresos quando a desunião mostrar sua feia face. Devemos em momentos assim avaliar a nossa própria contribuição tanto na quebra da união, como na responsabilidade pela paz. Este é um assunto, como muitos outros, que nós temos o já, e temos também o “ainda não”.


  Devemos avaliar a nossa própria contribuição para a luta, é preciso remover o registro do nosso próprio olho, e devemos esperar de novo no evangelho de Jesus Cristo. Sua paz é já, mas ainda não!


Exercer o perdão, a paciência, a longanimidade, a benignidade, a mansidão, o amor... é estar vivendo exatamente isso. Num perfeito ambiente de paz, esses frutos não estariam sendo desenvolvidos. Um dia esse tempo chegará.


Se tua aspiração fixa agora está no que ainda está no futuro, e com isso a tua desculpa está na imperfeição da igreja, sua motivação não pode ser a mesma dos apóstolos... nem mesmo a de igreja ao orar por sua igreja (João 17), mas não passa disso, desculpa e racionalização. No entanto, paz perfeita está prometida, e está prometida por um Deus soberano que não pode falhar e não falhará. Hoje já estamos em paz com Ele (Rm 5.1). Agora oramos pela união, temos nos tornado pacificadores, estamos sendo santificados pela Palavra... estamos engajados na batalha, e não procurando desculpas para fugir dela.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Não consigo mudar!



Charles Hodge (1797-1878), o teólogo de Princeton, em um livro escrito para os jovens disse:

“Um homem pode ser levado, por persuasão da razão e consciência, a mudar sua conduta, mas não a mudar o seu coração.

Um senso de dever pode forçá-lo a ajudar a um homem que ele odeia, mas não pode mudar o ódio em amor.

O desejo de felicidade pode induzi-lo a se envolver externamente no serviço de Deus, mas não pode fazer esse serviço ser uma delícia.

As afeições não obedecem aos ditames da razão, nem aos comandos da consciência. Elas podem ser mensuravelmente imobilizadas na sua manifestação, mas não podem ser alteradas na sua natureza. . . .

As Escrituras nos ensinam uma doutrina diferente.

Elas ensinam que os crentes são tão unidos a Cristo que eles não são apenas participantes do mérito de sua morte, mas também do seu Espírito Santo, que habita neles como um princípio de vida, trazendo-lhes mais e mais uma conformidade com a imagem de Deus.

A doutrina da santificação, portanto, como ensinada na Bíblia é, de que somos feitos santos não pela força da consciência, nem dos motivos morais, nem por atos de disciplina, mas por estar unidos a Cristo, reconciliados com Deus, e participantes do Espírito Santo. Cristo é feito para nós justificação bem como santificação.”  (Fim da citação)

Nós já morremos com Cristo (Romanos 6:3).

“Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte?”

Cristo morreu para o pecado (Romanos 6:10).
“Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus.”

Portanto, nós morremos para o pecado (Romanos 6:2).
“De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?”

Ao chegar ao fim de Romanos 5, com seu profundo ensinamento sobre a identificação do pecador com Adão no pecado, culpa e morte, e a identificação com Cristo em sua morte, justiça e vida, Paulo inexoravelmente avança para Romanos 6 para enfatizar o nosso envolvimento real e completo com Cristo nos eventos redentores. Como Cristo morreu para aniquilar a pena que nossos pecados geraram, Ele também morreu para cancelar o poder do pecado sobre nós.


E assim, Paul pode afirmar que nós "morremos para o pecado." O que isso significa?

Paul descompacta o conceito de estar "mortos para o pecado", afirmando que "não são mais. . . escravos do pecado "(v. 6), assim, ele pode concluir, "o pecado não terá domínio sobre vós"(v. 14).

O que Paulo apresenta como a "chave" para a vida cristã é, portanto, uma nova relação com o pecado, ancorada em nossa identificação com a própria morte e ressurreição de Cristo. Nesse novo relacionamento, o pecado já não tem o poder de ditar os termos para nós.

Mas este novo relacionamento não significa que a batalha com o pecado não existe. De fato, em certo sentido, isso significa que ela está apenas começando. O não-cristão, ao mesmo tempo capaz de fazer coisas “boas”, em virtude da graça comum de Deus, nunca pode prevalecer sobre o pecado. Mas nós podemos. Deus deu ao cristão um novo poder sobre o pecado. É nosso trabalho usá-lo na luta contra os contínuas e múltiplas  tentações do pecado.

Então Paulo faz uma chamada às armas – “Nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça.” - Romanos 6:13


Para Paulo, então, a "chave" para a vida cristã é uma nova relação para com o pecado através da identificação com Jesus Cristo. Esta não é uma chave que podemos colocar na fechadura e magicamente abrir a porta para o total de santidade. É mais como uma fonte de energia a partir da qual vivemos a cada dia à medida que procuramos conformar nossas vidas cada vez mais perto e em comunhão íntima para com Aquele que morreu por nós.


Como é então a resposta diária dos corações regenerados? O apóstolo Paulo, em Romanos 12, deixa claro como deve ser. Ele proclama a justiça de Deus (a obra divina de fazer do pecador, para sempre, uma pessoa justa diante de Deus: Romanos 1.17; 3.21; 10.3 - em sua relação com a expiação histórica - Romanos 3.21-26, a eleição eterna - Romanos 8.29-39, a vocação pessoal (ou seja, o "chamado" que gera a fé: Romanos 1.6; 8.28-30; 9.24 - e o nosso lugar na comunidade da Aliança - Romanos 9.1-11.36. Depois ele pede aos leitores que respondam da seguinte forma: "Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus (o texto grego diz "misericórdias" no sentido de atos que expressem misericórdia), que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional" - Romanos 12.1. E é assim que os redimidos vivem!

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

A tempestade nos faz crescer

Nós precisamos de ventos e tempestades para exercitar nossa fé, para arrancar o ramo podre da auto-dependência e nos enraizar mais firmemente em Cristo.

C. H. Spurgeon 

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Novo ataque de extremistas islâmicos deixa 39 mortos e derruba mais de mil casas no norte da Nigéria


Novo ataque de extremistas islâmicos deixa 39 mortos e derruba mais de mil casas no norte da Nigéria Mais um ataque terrorista de perseguição religiosa aconteceu na Nigéria, e ceifou a vida de 39 fiéis cristãos da região de Konduga, no norte do país.
O ataque aconteceu na noite da última terça-feira, 11 de fevereiro, quando extremistas islâmicos chegaram à cidade e derrubaram mais de mil casas e depredaram até uma mesquita.
Segundo a Missão Portas Abertas, “embora exista liberdade para evangelizar no país, há uma forte oposição contra os cristãos que procuram praticar este ministério”, e como resultado dessa perseguição, muitos cristãos se tornaram mártires.
Segundo relatos de um repórter da agência Associated Press, moradores da localidade relataram ao governador do estado de Borno que os policiais que faziam a segurança da cidade fugiram quando viram a chegada dos extremistas, e só retornaram horas depois, com reforço.
Ao menos três crianças estão entre os 39 mortos, que serão sepultados num cemitério localizado a 35 KM da capital do estado, Maiduguri.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

http://noticias.gospelmais.com.br/novo-ataque-extremistas-islamicos-39-mortos-nigeria-65118.html

Chuck Norris afirma que precisa superar sua timidez para falar mais de Cristo

Chuck Norris afirma que precisa superar sua timidez para falar mais de Cristo O famoso ator e ex-militar norte americano Chuck Norris, conhecido por seus filmes de ação e por ser campeão mundial de karatê, comentou recentemente em uma entrevista à CBN News sobre sua fé cristã. O ator afirmou que, apesar de ter derrotado vários adversários, ainda precisa vencer sua timidez para falar mais sobre Jesus.
Vindo de uma família desestruturada, e tendo crescido com um pai ausente e alcoólatra, Norris acredita que parte do plano de Deus para sua vida veio quando ele entrou pela primeira vez no mundo das artes marciais. Segundo ele, foi através o esporte que o ajudou a construir sua autoestima, além de lhe ensinar disciplina e foco.
Norris contou que sua primeira apresentação em público foi durante uma demonstração de artes marciais na Base da Força Aérea na Califórnia, diante de uma plateia de 400 pessoas, quando teve que apresentar o evento. Apesar disso, e de sua carreira como ator, ele afirma ser extremamente tímido. O ator compara sua batalha contra a timidez com as palavras do apóstolo Paulo.
Citando 2 Coríntios 10: 1, ele afirma que o apóstolo Paulo era tímido, mas que superou esse problema para proclamar o evangelho.
- O apóstolo Paulo fez o que tinha que fazer para espalhar a mensagem de Deus. Eu percebo que tenho que fazer das tripas coração para superar minha timidez – afirma o ator.
Chuck Norris falou também sobre sua trajetória de fé, e conta que quase de desviou da fé ao longo de sua trajetória, e destacou sua esposa Gena como um alicerce que o ajudou a estabelecer hábitos diários como leitura da Bíblia e oração.
Por Dan Martins, pra o Gospel+

No que consiste a salvação? | C. H. Spurgeon (+playlist)

O Túmulo Vazio de Cristo: O berço da Igreja

A Páscoa se cumpre em Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Na cruz, Ele se ofereceu como sacrifício perfeito, levando noss...