sexta-feira, 28 de novembro de 2014

O ANEL DO PROFESSOR


- Professor, eu me sinto um inútil. Não tenho força alguma. Dizem-me que não sirvo para nada... que sou lerdo... um completo idiota. Ajude-me, por favor.

O professor, sem olhá-lo, disse-lhe: - Sinto muito, meu jovem. Você me pegou num dia ruim. Estou tentando resolver um sério problema. Volte outra hora, por favor.

Quando o jovem já ia saindo, o professor lhe propôs: - Bem, se você me ajudasse, eu poderia resolver o meu problema mais rápido, daí a gente poderia conversar...

- C... Claro, professor, gaguejou o jovem, bastante inseguro.

O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e disse ao garoto: - Monte meu cavalo e vá até o mercado vender este anel. Preciso pagar uma dívida, mas, por favor, não o venda por menos que uma moeda de ouro. Vá correndo e volte o mais rápido que puder.

Mal chegou ao mercado, o jovem começou a oferecê-lo a todos que encontrava. Eles olhavam com algum interesse, mas, quando o jovem dizia quanto pretendia pelo anel, eles riam, volviam-lhe as costas, ignoravam-no. Somente um velhinho, vendo o sofrimento do rapaz, foi simpático com ele, e lhe explicou que uma moeda de ouro era muito dinheiro por aquele anel.

Um outro, tentando ajudar, chegou a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem, seguindo as orientações do seu professor, recusou a oferta.

Abatido pelo fracasso, montou novamente o cavalo e, muito triste, voltou para a casa do professor. Chegou mesmo a desejar ter uma moeda de ouro e comprar aquele anel, mesmo que não valesse tanto, somente para ajudar seu mestre.

Ao entrar na casa, relatou: - Professor, sinto muito, não consegui vender o anel. É impossível conseguir o que o senhor está pedindo por ele. Talvez eu possa conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas, não mais que isso. Não podemos enganar ninguém sobre o valor deste anel.

- Você tem razão, meu amigo. Antes de tentar vender o anel, deveríamos, primeiro, saber seu real valor. Não queremos enganar ninguém, nem ser enganado, não é mesmo? Por favor, faça-me mais uma coisa: Monte novamente o cavalo e vá até o joalheiro; quem melhor do que ele para saber o valor deste anel? Diga-lhe que eu quero vendê-lo e pergunte quanto ele pode ofertar, mas, atenção meu amigo, não importa o quanto ele ofereça, não venda o anel ao joalheiro. Apenas pergunte o valor do anel e o traga de volta.

Ainda tentando ajudar seu professor, o jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro, então, lhe disse: - Diga ao professor que, se ele tem pressa em vender o anel, não posso lhe dar mais do que 8 moedas de ouro...

- 8????? Perguntou o jovem.

- Sim, replicou o joalheiro, posso chegar a lhe oferecer até 10 moedas, mas, só se ele não tiver pressa.

O jovem, emocionado, correu até a casa do professor e contou-lhe tudo. – 8 moedas de ouro, uau! – exclamou o professor, e rindo, zombou: - Aqueles homens no mercado deixaram de fazer um bom negócio, não é mesmo? – Sim, professor, concordou o menino, todo empolgado.

- Então, professor, perguntou o menino, o senhor vai vender o anel por 8 ou por 10 moedas? – Não vou vendê-lo, respondeu ele, fiz isso apenas para que você entenda uma coisa:

- Você, meu jovem, é como esse anel: uma jóia valiosa e única. Mas, somente pessoas sábias podem avaliar seu real valor. Ou você pensava que qualquer um poderia avaliá-lo corretamente? Não! Não importa o que digam de você, o que importa é o seu real valor.

E, dizendo isso, colocou seu anel de volta no dedo.

- Todos nós somos como esta jóia: únicos e valiosos. Infelizmente, passamos a vida andando por todos os mercados da vida, barateando nosso próprio valor, pretendendo que pessoas mal preparadas nos valorizem. Ninguém deveria ter a força de nos fazer sentir inferior, sem o nosso consentimento. Cada um de nós é especial, pois foi Deus que nos fez.



"Não se julguem melhores do que realmente são. Ao contrário, sejam modestos nos seus pensamentos, e cada um julgue a si mesmo conforme a fé que Deus lhe deu". Romanos 12.3

Boa sexta-feira e BOM FIM DE SEMANA


terça-feira, 18 de novembro de 2014

O Senhor das vontades humanas!

JOSEMAR BESSA: O Senhor das vontades humanas!Apóstolo adverte que o início da fé é também dom de Deus, pelo que quis dizer na carta aos colossenses: Perseverai na oração, vigilantes, com ação de graças, orando por nós também ao mesmo tempo, para que Deus nos abra uma porta à Palavra, para falarmos do mistério de Cristo, pelo qual estou prisioneiro, a fim de que eu dele fale como devo (Cl 4,2-4). E como se abre a porta à Palavra, se não é abrindo-se o sentido do ouvinte para crer e, dado o início da fé, acolha o que é anunciado e exposto para edificar a doutrina da salvação, e não aconteça que, fechado o coração pela infidelidade, desaprove ou rechace o que se prega. No mesmo sentido são as palavras que dirige aos coríntios: Entrementes permanecerei em Éfeso, pois que se abriu uma porta larga, cheia de perspectivas, e os adversários são muitos (lCor 16,8-9). Que outra interpretação se pode dar, senão que, após ter ele pregado ali primeiramente o evangelho, muitos creram, mas muitos passaram a se opor à mesma fé, conforme as palavras do Senhor: Ninguém pode vir a mim, se isto não lhe for concedido por meu Pai (Jo 6,65), e: A vós foi dado conhecer os mistérios do Reino dos Céus, mas a eles não? (Mt 13,11). A porta abriu-se para aqueles aos quais foi concedido, mas são muitos os adversários, aos quais não foi concedido.



Do mesmo modo, dirigindo-se aos mesmos, na segunda carta, diz: Cheguei então a Trôade para lá pregar o evangelho de Cristo, e, embora o Senhor me tivesse aberto uma porta grande, não tive repouso de espírito, pois não encontrei Tito, meu irmão. Por conseguinte, despedi-me deles e parti para a Macedônia. De quem se despediu, senão dos que creram, em cujos corações abrira-se uma porta ao evangelizador? Considerai o que acrescentou: Graças sejam dadas a Deus, que por Cristo nos carrega sempre em seu triunfo e, por nós, expande em toda parte o perfume do seu conhecimento. Em verdade, somos por Deus o bom odor de Cri sto, entre aqueles que se salvam e aqueles que se perdem; para uns, odor que da morte leva à morte; para outros, odor que da vida leva à vida.


Eis a razão por que dá graças o acérrimo e invicto defensor da graça; eis por que dá graças: porque os apóstolos são por Deus o bom odor de Cristo tanto para os que se salvam pela graça, como para os que perecem pelo juízo de Deus. Mas, evitando que se indignem com esta afirmação os que pouco entendem deste assunto, ele mesmo os adverte ao prosseguir, dizendo: E quem estaria à altura de tal missão? (2Cor 2,12-16).


Mas voltemos à abertura da porta, símbolo do início da fé nos ouvintes. O que significa: Orando também por nós ao mesmo tempo para que Deus nos abra uma porta à Palavra, senão uma demonstração claríssima de que o próprio início da fé é dom de Deus? Pois, não se suplicaria a Deus pela oração, se não se acreditasse vir dele a concessão. Este dom da graça celeste descera sobre a negociante de púrpura, à qual, como diz a Escritura nos Atos dos Apóstolos: O Senhor lhe abriu o coração, de sorte que ela aderiu às palavras de Paulo (At 16,14). Era assim chamada para que tivesse fé, pois Deus atua como quer nos corações humanos ou ajudando ou julgando, com a finalidade de executar por meio deles o que em seu poder e em sua sabedoria havia predestinado realizar (At 4,28).


Afirmaram também, em vão, que não diz respeito ao assunto em pauta o que provamos pelo testemunho da Escritura nos livros dos Reis e das Crônicas, ou seja, que, quando Deus quer realizar o que é mister tenha a colaboração voluntária dos homens, inclina seus corações para que anuam à sua vontade, inclinando-os ele que em nós opera também o querer de um modo admirável e inefável (Supra, na Carta de Hilário, n. 7). O que significa esta afirmação senão nada dizer e, contudo, contradizer?A não ser que, ao emitir este parecer, apresentaram-vos algum motivo que preferistes calar em vossas cartas. Mas ignoro qual possa ser este motivo. Será talvez porque demonstramos que Deus agiu nos corações dos homens e guiou as vontades de quem lhe aprouve para chegarem a constituir rei a Saul ou a Davi? Julgam por isso que estes exemplos nada têm que ver com o assunto porque reinar temporariamente neste mundo não é o mesmo que reinar eternamente com Deus? Pensam nesse caso que Deus inclina os corações no tocante aos remos terrenos, mas não inclina as vontades de quem ele quer quando se trata de alcançar o reino eterno? Mas eu opino que as palavras que seguem foram ditas com referência ao reino dos Céus e não a um reino terreno: Inclina meu coração para os teus preceitos (Sl 118,36); ou: Os passos do homem são formados pelo Senhor e é-lhe grato o seu caminho (Sl 36,23); ou: O Senhor é quem dispõe as vontades (Pr 8 seg. LXX); ou: O Senhor nosso Deus seja conosco, como foi com nossos pais, não nos desamparando, nem nos afastando de si. Mas incline os nossos corações, para andarmos em todos os seus caminhos (lRs 8,57-58); ou: Dar-lhes-ei um (novo) coração e entenderão; ouvidos, e ouvirão (Br 2,31); ou: E eu lhes darei um mesmo coração, e derramarei nas suas entranhas um novo espírito (Ez 11,19). Ouçam também: E porei o meu coração no meio de vós, e farei que andeis nos meus preceitos, e que guardeis as minhas leis, e que as pratiqueis (Ez 36,27). Ouçam ainda: Os passos do homem são dirigidos pelo Senhor; mas que homem pode compreender seu próprio destino? (Pr 20,24). Continuem ouvindo: Todo o caminho do homem lhe parece a ele próprio direito; e o Senhor, porém, pesa os corações (Pr 21,2); e também: E todos aqueles que eram destinados à vida eterna, abraçaram a fé (At 13,48).



Ouçam estes testemunhos e outros que não mencionei, os quais demonstram que Deus prepara e converte as vontades dos homens também para o reino dos Céus e a vida eterna. Percebei quão absurdo é acreditar que Deus atua nas vontades humanas para estabelecer remos temporais e que os próprios homens governam suas vontades quando se trata de conquistar o reino dos Céus.

Agostinho (13 de Novembro de 354 AD, Tagaste - 28 de Agosto de  430 AD, Hippo Regius, Algeria)

O Senhor das vontades humanas!

JOSEMAR BESSA: O Senhor das vontades humanas!Apóstolo adverte que o início da fé é também dom de Deus, pelo que quis dizer na carta aos colossenses: Perseverai na oração, vigilantes, com ação de graças, orando por nós também ao mesmo tempo, para que Deus nos abra uma porta à Palavra, para falarmos do mistério de Cristo, pelo qual estou prisioneiro, a fim de que eu dele fale como devo (Cl 4,2-4). E como se abre a porta à Palavra, se não é abrindo-se o sentido do ouvinte para crer e, dado o início da fé, acolha o que é anunciado e exposto para edificar a doutrina da salvação, e não aconteça que, fechado o coração pela infidelidade, desaprove ou rechace o que se prega. No mesmo sentido são as palavras que dirige aos coríntios: Entrementes permanecerei em Éfeso, pois que se abriu uma porta larga, cheia de perspectivas, e os adversários são muitos (lCor 16,8-9). Que outra interpretação se pode dar, senão que, após ter ele pregado ali primeiramente o evangelho, muitos creram, mas muitos passaram a se opor à mesma fé, conforme as palavras do Senhor: Ninguém pode vir a mim, se isto não lhe for concedido por meu Pai (Jo 6,65), e: A vós foi dado conhecer os mistérios do Reino dos Céus, mas a eles não? (Mt 13,11). A porta abriu-se para aqueles aos quais foi concedido, mas são muitos os adversários, aos quais não foi concedido.



Do mesmo modo, dirigindo-se aos mesmos, na segunda carta, diz: Cheguei então a Trôade para lá pregar o evangelho de Cristo, e, embora o Senhor me tivesse aberto uma porta grande, não tive repouso de espírito, pois não encontrei Tito, meu irmão. Por conseguinte, despedi-me deles e parti para a Macedônia. De quem se despediu, senão dos que creram, em cujos corações abrira-se uma porta ao evangelizador? Considerai o que acrescentou: Graças sejam dadas a Deus, que por Cristo nos carrega sempre em seu triunfo e, por nós, expande em toda parte o perfume do seu conhecimento. Em verdade, somos por Deus o bom odor de Cri sto, entre aqueles que se salvam e aqueles que se perdem; para uns, odor que da morte leva à morte; para outros, odor que da vida leva à vida.


Eis a razão por que dá graças o acérrimo e invicto defensor da graça; eis por que dá graças: porque os apóstolos são por Deus o bom odor de Cristo tanto para os que se salvam pela graça, como para os que perecem pelo juízo de Deus. Mas, evitando que se indignem com esta afirmação os que pouco entendem deste assunto, ele mesmo os adverte ao prosseguir, dizendo: E quem estaria à altura de tal missão? (2Cor 2,12-16).


Mas voltemos à abertura da porta, símbolo do início da fé nos ouvintes. O que significa: Orando também por nós ao mesmo tempo para que Deus nos abra uma porta à Palavra, senão uma demonstração claríssima de que o próprio início da fé é dom de Deus? Pois, não se suplicaria a Deus pela oração, se não se acreditasse vir dele a concessão. Este dom da graça celeste descera sobre a negociante de púrpura, à qual, como diz a Escritura nos Atos dos Apóstolos: O Senhor lhe abriu o coração, de sorte que ela aderiu às palavras de Paulo (At 16,14). Era assim chamada para que tivesse fé, pois Deus atua como quer nos corações humanos ou ajudando ou julgando, com a finalidade de executar por meio deles o que em seu poder e em sua sabedoria havia predestinado realizar (At 4,28).


Afirmaram também, em vão, que não diz respeito ao assunto em pauta o que provamos pelo testemunho da Escritura nos livros dos Reis e das Crônicas, ou seja, que, quando Deus quer realizar o que é mister tenha a colaboração voluntária dos homens, inclina seus corações para que anuam à sua vontade, inclinando-os ele que em nós opera também o querer de um modo admirável e inefável (Supra, na Carta de Hilário, n. 7). O que significa esta afirmação senão nada dizer e, contudo, contradizer?A não ser que, ao emitir este parecer, apresentaram-vos algum motivo que preferistes calar em vossas cartas. Mas ignoro qual possa ser este motivo. Será talvez porque demonstramos que Deus agiu nos corações dos homens e guiou as vontades de quem lhe aprouve para chegarem a constituir rei a Saul ou a Davi? Julgam por isso que estes exemplos nada têm que ver com o assunto porque reinar temporariamente neste mundo não é o mesmo que reinar eternamente com Deus? Pensam nesse caso que Deus inclina os corações no tocante aos remos terrenos, mas não inclina as vontades de quem ele quer quando se trata de alcançar o reino eterno? Mas eu opino que as palavras que seguem foram ditas com referência ao reino dos Céus e não a um reino terreno: Inclina meu coração para os teus preceitos (Sl 118,36); ou: Os passos do homem são formados pelo Senhor e é-lhe grato o seu caminho (Sl 36,23); ou: O Senhor é quem dispõe as vontades (Pr 8 seg. LXX); ou: O Senhor nosso Deus seja conosco, como foi com nossos pais, não nos desamparando, nem nos afastando de si. Mas incline os nossos corações, para andarmos em todos os seus caminhos (lRs 8,57-58); ou: Dar-lhes-ei um (novo) coração e entenderão; ouvidos, e ouvirão (Br 2,31); ou: E eu lhes darei um mesmo coração, e derramarei nas suas entranhas um novo espírito (Ez 11,19). Ouçam também: E porei o meu coração no meio de vós, e farei que andeis nos meus preceitos, e que guardeis as minhas leis, e que as pratiqueis (Ez 36,27). Ouçam ainda: Os passos do homem são dirigidos pelo Senhor; mas que homem pode compreender seu próprio destino? (Pr 20,24). Continuem ouvindo: Todo o caminho do homem lhe parece a ele próprio direito; e o Senhor, porém, pesa os corações (Pr 21,2); e também: E todos aqueles que eram destinados à vida eterna, abraçaram a fé (At 13,48).



Ouçam estes testemunhos e outros que não mencionei, os quais demonstram que Deus prepara e converte as vontades dos homens também para o reino dos Céus e a vida eterna. Percebei quão absurdo é acreditar que Deus atua nas vontades humanas para estabelecer remos temporais e que os próprios homens governam suas vontades quando se trata de conquistar o reino dos Céus.

Agostinho (13 de Novembro de 354 AD, Tagaste - 28 de Agosto de  430 AD, Hippo Regius, Algeria)

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Esconderijo do Altíssimo

As tarefas e os problemas do dia-a-dia sempre vão existir, mas aquele que obedece ao Senhor e anda segundo a Sua vontade, têm a promessa que obterá descanso, mesmo que esteja passando por dificuldades.    Salmos 91:1

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Não Como As Ondas Do Mar

“… porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é
levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte”
(Tiago 1:6).
Samuel Rutherford declarou: “Acredite no amor e no poder de
Deus, mais do que acredita em seus próprios sentimentos e
experiências. Cristo é sua Rocha e esta Rocha não é como a
maré que um dia está alta e no outro está baixa, mas como o
mar.”
Muitas vezes perdemos uma grande bênção porque nos deixamos
dirigir por nossas próprias emoções que são completamente
instáveis. Um dia estamos de bom humor e no outro,
totalmente angustiados. Um dia cantamos e dançamos como se
fôssemos a mais feliz das criaturas e no outro choramos e
murmuramos como se fôssemos pobres coitados e derrotados. Um
dia agimos como se fôssemos capazes de mover montanhas com a
oração e no outro, como se fôssemos ateus e inimigos de
Deus.
É preciso que a nossa fé seja inabalável, que a nossa
esperança seja indestrutível, que o nosso “sim” ao Senhor
nunca se torne um “talvez” ou um “não”. É importante que
tenhamos a compreensão de que o Senhor tudo pode e que
aquele que crê também tudo pode, em nome do Senhor. É
necessário que não esqueçamos jamais que somos salvos e não
mais perdidos, que somos cristãos que confiam no seu Deus e
não incrédulos que de tudo duvidam.
Cristo é nossa Rocha e nEle estamos firmados e protegidos.
Dele vem a nossa força e o Seu poder não tem limite. Ele nos
faz caminhar em segurança, nos abriga das intempéries, é a
fonte de nossa alegria.
Não podemos ser como as ondas do mar que vão e voltam, que
às vezes estão fortes e outras fracas, que uma hora estão lá
em cima e outras lá embaixo. Os inconstantes não vão a lugar
algum, não realizam seus sonhos, não se firmam no caminho,
não alcançam grandes vitórias.
Você continua oscilando, como as marés, ou já aprendeu a
descansar em Deus?
Pr. Paulo Roberto Barbosa, do site – Escuro Iluminado:

O Túmulo Vazio de Cristo: O berço da Igreja

A Páscoa se cumpre em Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Na cruz, Ele se ofereceu como sacrifício perfeito, levando noss...